Três anos ensaiando gênero

Hoje, dia 9 de outubro de 2014, o Ensaios de Gênero completa três anos de vida. Até o momento, emplacamos 264 posts organizados em 23 categorias e subcategorias. Superamos, também, as 500 mil visualizações. Esses números demonstram que o blog encontrou algum espaço nas discussões de gênero e feminismo nesse emaranhado que é a internet.

É verdade que o ritmo de publicações em nossa página caiu. Dois de nossos colaboradores – Lucas Passos e Matheus França – deixaram de escrever no blog. Além disso, o autor que vos fala também reduziu suas contribuições, por motivos externos. A despeito disso, temos visto que a página continua sendo acessada e alguns textos, em especial, continuam há anos sendo o nosso carro-chefe, obtendo significativos acessos diários (tais como O conceito de gênero por Judith Butler: a questão da performatividade).

Finalizamos esta nota agradecendo a todos/as aqueles/as que nos acessam, que deixam seus comentários, suas curtidas e/ou que compartilham nossa página ou algum de nossos textos em particular. Agradecemos também às nossas participações especiais, que enriquecem o blog com um olhar diferente.

Esperamos continuar ensaiando gênero e contando com a participação de vocês!

6 comentários
  1. José de Oliveira disse:

    Parabéns pela garra e perseverança!! O meu artigo preferido é o de RAEWYN CONNELL. Grato José

  2. É árduo sustentar um trabalho por muito tempo, pois nosso desejo vai lidando com as contingências desse grande “mar da vida” que não cansa de nos apresentar a constante falta e dificuldade em colocar em ato aquilo do desejo. Mas ao longo do tempo vamos nos baseando naquilo que construímos e, ao mesmo tempo, questionando o mesmo. Acredito que o importante é estar advertido de que o trabalho necessita ser no sentido de causa, não de fechamento. Um lugar que se abra espaço para sustentar o desejo de falar sobre [e penso, na minha humilde opinião, que estão executando essa tarefa muito bem]. E para finalizar, gostaria de trazer uma citação de Freud em “Algumas consequências psíquicas da distinções anatômica entre os sexos” de 1925, “Se a realidade do inconsciente é sexual, não há, entretanto, inscrição da diferença sexual no inconsciente. A integração da sexualidade está ligada ao reconhecimento simbólico, como forma de dar um contorno àquilo que o sexo nos apresenta de real e enigmático”. Keep on good work!

  3. Adriano, meus parabéns a você e colaboradores, extensíveis também a todos os seus leitores, por estes 3 anos de funcionamento do blog. Continuem sempre com este mesmo empenho!

  4. Mayara disse:

    Gente, vocês estão de parabéns pelo blog, sério! Não deixem de escrever aqui. A discussão de gênero aqui apresentada é de grande importância.😉

  5. Valdemar Lima disse:

    Adriano, vocês prestam um serviço de utilidade pública importantíssimo! É uma excelente possibilidade de pensarmos na transversalidade desse tema com relação a diversos campos. Seus texto me ajudam a ser um educador melhor para a minha turma, uma vez que me fazem provocar discussões sobre gênero no contexto da Museologia contemporânea.
    Iniciativa como a sua nos faz acreditar que a humanidade é um projeto factível!
    À você e todos os seus colaboradores, minha gratidão, minha admiração e o meu profundo respeito.

    • Olá Valdemar,

      Fico muito grato pelo seu comentário! Obrigado pelo carinho e pela linda mensagem. Acho que não merecemos tudo isso, mas não podemos deixar de agradecer e de louvar essas parcerias que nos enriquecem tanto.

      Estamos sempre por aqui caso queira nos contatar em futuras oportunidades.

      Um forte abraço,

      Adriano

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